Pelos Alpes: O Túnel entre Dois Mundos

Por Cássia
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Mulher de braços abertos sorrindo no meio de uma rua tranquila em Aosta com montanhas ao fundo.

A despedida de Paris foi ainda sob a luz das estrelas, às 05h30. O nosso ônibus rumou para o sul, atravessando a região da Borgonha e os seus campos de trigo e cevada, até alcançar a fronteira da Suíça, atravessando o Rio Reno. Genebra nos recebeu brevemente à tarde, uma cidade elegante onde se ouvem quatro línguas e se paga em francos.

Pico alpino coberto de neve e gelo sob céu azul com copas de árvores escuras em primeiro plano.
A imensidão branca corta o horizonte e transforma a estrada em contemplação pura. O ar gelado dos Alpes anuncia que o teto da Europa está logo acima.

Mas o grande espetáculo do dia foi a travessia dos Alpes. Entramos no monumental Túnel do Mont Blanc, uma obra de engenharia de 12 km escavada sob a montanha mais alta da Europa. A precisão é tal que, ao unirem as escavações de França e Itália, o desencontro foi de apenas alguns centímetros. Do outro lado, já em solo italiano, a paisagem de picos nevados e vilarejos alpinos nos recebeu de braços abertos.

Placa de sinalização rodoviária com a inscrição Pays du Mont-Blanc cercada por vegetação e árvores.
O asfalto dá as boas-vindas ao território do gigante branco. Cruzar a fronteira do Pays du Mont-Blanc é sentir a imponência da montanha antes mesmo de vê-la por inteiro.

Chegamos à pequena Aosta ao anoitecer, acolhidos pelo frio da montanha e pelo conforto do Hotel Nordin Palace, quarto de nº 703. O jantar foi a nossa primeira “benvenuto” gastronômica: massa (penne com pomarola), lasanha (com ricota) e vinho italiano.

Mulher parada junto à placa de rua Corso Battaglione Aosta com montanhas nevadas ao fundo.
Explorando o Corso Battaglione Aosta logo nas primeiras horas do dia. Caminhar pelas ruas do Vale d’Aosta revela paisagens alpinas a cada esquina perto do Norden Palace.

Quanto custou este dia?

Total: € 53,80

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